História de la investigación en arte rupestre: origen y debates.8 – História da investigação em arte rupestre: origem e debates. Guillermo Munoz, Ramon Viñas, Fernando Coimbra

8 – História de la investigación en arte rupestre: origen y debates.

http://www.globalrockart2009.ab-arterupestre.org.br/sessoes.html

Resulta sin duda fundamental invitar a los colegas a realizar una reflexión sobre los comienzos de los estudios de arte rupestre. Al confrontar las diversas formas históricas de expresar el sentido y función de las representaciones rupestre, es posible iniciar  el estudio de las tendencias y con ello, comprender el modo como cada uno de los equipos se ve influenciado por esta o aquella perspectiva.  Una reflexión en este sentido permite comprender con cierto detalle las peculiaridades de los trabajos de registro, y las relaciones que  desde su origen tuvo este tipo de objeto arqueológico. De otro lado, es esencial determinar con cierto detalle las distintas tensiones e influencias que ha sufrido este objeto de estudio. Una versión histórico-critica permite por lo tanto presentar una dinámica nueva  del a relación entre los documentos ,las teorías, las condiciones políticas, las discusiones de época , las influencias de las disciplinas, y con ello el contexto de las interpretaciones que paralelamente se han venido construyendo y que aún hoy se derivan de las más esenciales posturas del inicio de la disciplina: arqueología y arte rupestre.

8 – História da investigação em arte rupestre: origem e debates.

Sem dúvida é fundamental convidar os colegas a realizar uma reflexão sobre as origens do estudo da arte rupestre. Ao confrontar as diversas formas históricas de expressar o sentido e a função das representações rupestres, é possível iniciar o estudo das tendências e assim, compreender a forma como cada uma das equipes se vê influenciada por esta ou aquela perspectiva. Uma reflexão neste sentido permite compreender com certo detalhe as peculiaridades dos trabalhos de registro e as relações que, desde sua origem, teve este tipo de objeto arqueológico. Por outro lado, é essencial determinar, com a maior objetividade, as diferentes tensões e influências que este objeto de estudo tem sofrido.   Uma versão histórico-crítica permite, portanto, apresentar uma dinâmica nova da relação entre os documentos, as teorias, as condições políticas, as discussões de época, as influências das disciplinas e, assim, o contexto das interpretações que, paralelamente, vem se construindo e que ainda hoje derivam das mais essenciais posturas do momento inicial da disciplina: Arqueologia e arte rupestre.

-Guillermo Muñoz C.: Candidato a Doctor UTAD Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro; Investigador associado do “Instituto Terra e Memória – Grupo “Quaternário e Pré-História” do Centro de Geociências; Director GIPRI –Colombia- gipricolombia@hotmail.com; gipricolombia@gmail.com.
-Ramon Viñes: Investigador IPHES Tarragona España-rupestrologia@yahoo.esramonvinyes@prodigy.net.mx;
-Fernando Coimbra: Grupo Quaternário e Prehistória, Centro de Geociencias FCT, Coimbracoimbra.rockart@yahoo.com

2 Comments

Filed under congresos

2 responses to “História de la investigación en arte rupestre: origen y debates.8 – História da investigação em arte rupestre: origem e debates. Guillermo Munoz, Ramon Viñas, Fernando Coimbra

  1. 8 – História da investigação em arte rupestre: origem e debates

    History of Research in Rock-art: Origin and Debate
    Histoire de la recherché sur l’ art rupestre: origins et débats
    Historia de la investigación en arte rupestre: origen y debates

    Coordenado por/Co-ordinator: Guillermo Muñoz,Colombia Fernando Coimbra Portugal & Ramon Viñas Espana

    http://www.globalrockart2009.ab-arterupestre.org.br/resumos/resumos8.html

    ___________________________________________________________________________________________________________

    Gravado no Tempo/Etched in Time – The Bibliography Project (1706-2009)
    Mila Simões de Abreu & Ludwig Jaffe, Portugal / Reino Unido, Reino Unido

    A compilation of all the materials published about rock-art in Portugal begins to be made in 1991 for the Gravado no Tempo project.
    Today, nine thousand articles and references are known, starting with the early references made in 1706 by António Carvalho da Costa in his Corografia portugueza e descripçam topografica do famoso reyno de Portugal up to the explosion of articles and authors that followed the disclosure of the rock-art of the Côa Valley and the battle to save the engravings of being flooded. These texts give us not only information about places like the Escoural Cave – the most western of the Palaeolithic cave – and figures as the omnipresent “covinhas” (cupmarks), in different areas of the country, but also a vision how rock-art studies and ideas change throughout time. The bibliography Project is the base of the material in the IFRAO Digital Library of Mação (IBDM) a unique collection of material that will be the source of future works.

    ___________________________________________________________________________________________________________

    Cem anos de homens e descobertas na arte rupestre da Valcamonica
    Angelo Fossati, Mila Simões de Abreu Ludwig Jaffe, Itália, Portugal/Reino Unido, Reino Unido.

    Faz este ano 100 anos que o geógrafo de origem Suíça Walter Laeng fez a primeira referência escrita às gravuras rupestre de Valcamónica. O objecto desses primeiras linhas foram as chamadas fragas de Cemmo ( “I massi di Cemmo”) mas necessário chegar aos anos 30 do século passado para que elas fossem analisadas por parte de arqueólogos.
    Nos anos que se vão seguir, Paolo Graziosi, e principalemente, Giovanni Marro e Raffaello Battaglia, estão entre os inúmeros investigadores que, não só, as estudam e publicam, como descobrem milhares de outras gravuras. Fascismo, guerra, abandono e muitos outros factores acabam por ter um papel importante em todas a história da investigação. Os anos 50 vêem ser criado o Parco Nazionale delle Incisioni rupestri di Naquane e a chegada de Emmanuel Anati. Em 1964 é fundado do Centro Camuno di Studi Preistorici e nos anos seguintes a pesquisa é intensivada. Mais tarde, um grupo de jovens investigadores saídos do CCSP, acaba por criar a Cooperativa Archeologica “Le Orme dell’Uomo” em 1988.
    Graças ao trabalho de muitos investigadores e o esforço de centenas de voluntários são descobertas mais de 300,000 gravuras – a maior concentração ao ar livre da Europa. Em 1979, as gravuras rupestres Camunas foram reconhecidas como Património mundial pela UNESCO.
    Esta comunicação fazemos não só a História das decobertas através dos homens e algumas mulheres que as protagonizaram mas também percorreremos os métodos e as ideias que estiveram na base do que sabemos hoje sobre o fantástico mundo da Arte Rupestre dos Camunos.

    ___________________________________________________________________________________________________________

    Pioneer of the Palaeoethnology in the Western Alps
    Dario Seglie, Piero Ricchiardi & Anna Lorenzatto, Itália

    Bartolomeo Gastaldi was born in Turin in 1818. Gastaldi was a geologist, mineralogist, palaeontologist, palaeoethnologist, archaeologist. Member of the Italian Royal Academy of Sciences since 1845. Prof. Gastaldi was also the promoter, together with Quintino Sella, of the foundation of the CAI (Italian Alpine Club).Particularly in the second half of the XIX Century, the Gastaldi’s researches were lied in the Western Alps and particularly in the Cottian Alps, concerning Prehistory and Proto-history. In the 1920s the researches were undertaken by Silvio Pons under the direction of Piero Barocelli, the Superintendent of the Antiquities of Piedmont, Ligury and Aosta Valley. Particularly important was the discovery of a lot of Rock Art site, presented also in an exhibition promoted in the 1930s by the Istituto Internazionale di Studi Liguri. After the Second World War the researches was continued, together with Prof. Pons, by Osvaldo Coïsson and Cesare Giulio Borgna, First Director of the CeSMAP, Study Centre and Museum of Prehistoric Art of Pinerolo. Today the CeSMAP, a founding member of the IFRAO, is IFRAO Italian Representative and Liaison Office IFRAO – UNESCO. This long history, comprising three century for 150 years of national and international researches, consent to display in the Pinerolo Museum of Prehistoric Art a very big one and representative world collections of Rock Art.

    ___________________________________________________________________________________________________________

    História da pesquisa sobre arte rupestre na Amazônia Brasileira
    Edithe Pereira, Brasil

    Existem muitas informações sobre lugares com pinturas e gravuras rupestres na Amazônia. Essas informações se acumulam desde o século XVII até os dias de hoje e seu estudo se alterna entre períodos de maior, menor ou nenhum interesse por parte de amadores interessados no tema ou arqueólogos profissionais. Essas informações foram sistematizadas permitindo estruturar em quatro momentos a história da pesquisa sobre arte rupestre na Amazônia Brasileira.

    ___________________________________________________________________________________________________________

    An Alternative View: The Role of Amateurs/Archaeologist “fai da te” in the Formulation of the History of Rock-Art. A Study Case: Hellenic Rock-Art History
    Georgos Dimitriadis, Grécia

    The historical acquaintance is a complex product, not immediately perceived from the experience and the common sense, because it is an intellectual and cultural construction, than does not coincide totally with the reality. Then, if we want to formulate a correct approach of the history and in particular way of the history of rock-art, perhaps it is necessary to take under consideration the lived one of the subjects and their questions on their present for being able to go back to the historical context of the rock-art in the past. In few words the author should try to reconstruct the historical memory of the rock-art as discipline. But an historical memory of for himself involves of the meaningful complexities, because often disturbed from the immediate interpretations or from the journalistic narration of the facts, or from the inadequacy of the factual analysis from the amateur or fai da te archaeologists on the mass-media. In fact, the average modifies the historiographic discourse and the hierarchy of the historical discipline, with a continuous flow of narrations, in which they come to get confused imaginary and reality. The present job, covers the history of the development of the rock-art in Greece through articles published in the local or national journalistic heads from the amateurs-archaeologists. In such a way, it can be reflected on the role of amateurs in creating the collective imaginary of the rock- art, the reactions of official archaeology, the danger to slip towards one fringe archaeology etc.

    ___________________________________________________________________________________________________________

    Examples of Early “Approaches” to Rock Art: A Contribute for an Inventory
    Fernando Coimbra, Portugal

    Examples of early “approaches” to rock art: a contribute for an inventory the author presents some examples of references to rock art sites which appear on European literature from the 16th to the 18th centuries and on drawings from the end of the same chronological period. The aim of this paper is to contribute for an inventory of such documents, which are indeed important regarding the history of rock art studies, mainly because some of them give information in terms of interpretation. Regarding the origins of the history of rock art, this article may be considered as a kind of “prehistory” of rock art research.

    ___________________________________________________________________________________________________________

    Historia de la investigación en Colombia: Procesos autónomos y heterónomos
    Guillermo Muñoz Castilblanco, Colômbia / Portugal

    https://gipri.wordpress.com/2009/09/03/historia-de-la-investigacion-procesos-autonomos-y-heteronomos/

    En Colombia se iniciaron los registros y las interpretaciones del arte rupestre desde los anos cincuenta del siglo XIX. Los sistemas de descripción y los temas de interpretación fueron pioneros. Los cambios políticos determinaron un tipo especial de nuevas formas de documentar y nuevos procesos de interpretación. Finalmente las influencias de las investigaciones europeas ampliaron en marco estrecho de los trabajos nacionales pero produjeron al tiempo una manera tradicional de realizar los estudios, determinado en síntesis la perdida de información. Este comportamiento bien podría ser tenido en cuenta para los estudios en otras áreas de América, pues al final los investigadores observaban tipologías y no trabajaban con las peculiaridades de cada zona, descubriendo su lenguaje y su singularidad.

    ___________________________________________________________________________________________________________

    Dois documentos, uma região, nossa história
    Ana Stela de N. Oliveira, Cris Buco, & Elaine Ignácio, Brasil/Portugal/ Brasil

    Faz pouco mais de 3 anos que temos acesso a dois documentos importantes para a região do Parque Nacional Serra da Capivara e entorno. A cópia do “Diário de Antonio do Rego Castelo Branco sobre a entrada de 1779” e “Serra da Capivara, e como o prefeito de Petrolina foi parar no Museu do Ipiranga”, um relatório elaborado por Monica M Fernandes. Ambos, em suas viagens, relatam o contacto com a arte rupestre da região do Parque Nacional Serra da Capivara e seu entorno, auxiliando-nos a reconhecer a história da pré-história esta associada diretamente a arte rupestre. Nesta comunicação apresentaremos esses dois documentos evidenciando a importância da história e a arqueologia trabalharem lado a lado para a reconstrução da nossa história.

    ___________________________________________________________________________________________________________

    Los pioneros del estudio del arte rupestre del Sáhara Occidental
    Joaquín Soler Subils & Narcís Soler Masferrer, Espanha

    Los estudios sobre el arte rupestre prehistórico del Sahara Occidental son un buen ejemplo de como la formación científica de los investigadores ha influenciado de forma decisiva en la manera de clasificarlo, datarlo e interpretarlo. En esta comunicación vamos a analizar la literatura dedicada al arte rupestre del occidente sahariano entre el 1930 y 1975 para ilustrar tales influencias. Al mismo tiempo presentaremos las motivaciones y el contexto histórico de los investigadores que dedicaron parte de su labor a conocer el arte rupestre de estas vastas regiones saharianas. Finalmente vamos a mostrar qué herramientas de clasificación de arte rupestre utilizamos en la actualidad con el objetivo de minimizar los condicionantes que también nos afectan ahora a nosotros como investigadores.

    ___________________________________________________________________________________________________________

    Evolución de la metodología de la investigación aplicada al arte rupestre esquemático en la provincia de Badajoz (España)
    Isabel M. Domínguez García, Hipólito Collado Giraldo & José Julio García Arranz, Espanha

    La investigación de la pintura rupestre esquemática en la provincia de Badajoz ha sufrido una notable evolución en sus planteamientos metodológicos desde los momentos iniciales a principios del siglo pasado hasta nuestros días. Todo ello tiene su reflejo en el notable conjunto de trabajos (libros, artículos, notas, etc.) dedicados a estas manifestaciones artísticas prehistóricas que el detallado análisis historiográfico que se muestra en esta comunicación nos pone de manifiesto, en un proceso claramente vinculado a las corrientes científicas e ideológicas que se suceden a lo largo del siglo XX.

    ___________________________________________________________________________________________________________

    La pintura rupestre esquemática en la provincia de Cáceres (España). Análisis de la investigación
    Esther Rivera Rubio, José Julio García Arranz & Hipólito Collado Giraldo, Espanha

    Desde que Juan Cabré, Henri Breuil o José Ramón Mélida dieron noticia, durante el primer tercio del siglo XX, de la cueva Chiquita en el término municipal de Cañamero, los estudios de pintura rupestre en la provincia de Cáceres están a punto de cumplir un siglo de edad. Durante todo este tiempo, con un ritmo irregular que se ha incrementado a partir de los años 70 gracias a la aportación de prospectores locales, y a investigadores procedentes de la Universidad de Salamanca y la recién creada Universidad de Extremadura, se ha dado a conocer un volumen de unas 250 estaciones rupestres en la provincia de Cáceres, lo que convierte a este área en una de las principales áreas de difusión del fenómeno esquemático en el suroeste de la Península Ibérica. La presente comunicación tiene por objeto ofrecer una panorámica ilustrada de la historia de la investigación pictórica rupestre en la Alta de Extremadura, a partir de sus etapas, protagonistas, las investigaciones más significativas, y los principales rasgos de los descubrimientos más destacados.

    ___________________________________________________________________________________________________________

    História das Pesquisas em Arte Rupestre no Brasil
    André Prous, Brasil

    Sem resumo.

    ___________________________________________________________________________________________________________

    Jorge Isaacs y Miguel Triana, pioneros en la investigación rupestre en Colombia
    Carlos Rodriguez, Colômbia/Portugal

    Pensar en los pioneros de la investigación rupestre en Colombia significa dar cuenta de las ideas predominantes en el territorio, pues las contradicciones que se presentaron con la publicación de los trabajos emprendidos por Jorge Isaacs (1837-1895) y Miguel Triana (1859-1931) fueron tan amplias, que por ello mismo exponen de forma clara el modo en que se entendía la nación, lo aborigen y sus herencias. En el caso especifico del arte rupestre colombiano, se debe tener en cuenta que a mediados del siglo XIX es que se hacen las primeras denuncias y registros, pero sólo, con los mencionados autores es que se aborda de forma amplia el tema rupestre.

    ___________________________________________________________________________________________________________

    La historia en lápiz: la piedra pintada de Pandi y sus visitantes
    Lorena Rodríguez, Colômbia/Portugal

    Una de las preocupaciones que ha estado vinculada al trabajo de investigación del GIPRI tiene que ver con la conservación de las estaciones rupestres. Factores de alteración naturales y antrópicos pueden afectar las rocas impidiendo su preservación para la investigación futura. Esto llevó a estudiar los procesos continuos de alteracion de la “Piedra Pintada” de Pandi, un abrigo rocoso con pictografías, ubicado en Cundinamarca-Colombia, y que fueron causados por la accion de decenas de visitantes que por más de 100 años dejaron la huella de su paso poniendo su nombre en lápiz sobre la superficie de la roca. El objetivo de esta ponencia es realizar un análisis de la historia del yacimiento, a través de las innumerables firmas que aún pueden ser identificadas, y del mismo registro escrito que dejaron los visitantes en sus notas de viaje, buscando comprender las razones culturales que llevaron a este tipo de alteracion, y cómo un sitio de interés arqueológico es objetivado de diversas maneras según cada época.

    Esta es la firma de los correos que envia el director del Grupo GIPRI
    Guillermo Muñoz
    http://www.gipri.org

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s